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Escoliose

Escoliose

A escoliose é uma condição muito comum, principalmente entre jovens e adolescentes. Caracterizada principalmente pelo desvio na coluna, ela pode comprometer seriamente a qualidade de vida dos pacientes, não apenas pela dor, mas também pelas complicações decorrentes da escoliose.

 

Justamente por esse motivo, é muito importante que o paciente tenha o acompanhamento de um ortopedista. Dessa forma, o médico pode indicar o tratamento mais adequado para aliviar os sintomas e garantir um estilo de vida muito mais saudável.

 

Para isso, ter o conhecimento sobre o que é, quais são os sintomas e como funciona o tratamento também pode fazer toda a diferença na hora de procurar o melhor especialista para o seu caso.

 

 

O que é escoliose?

 

A escoliose consiste em um desvio lateral da coluna que, por sua vez, passa a ter um formado semelhante às letras C ou S. Nem sempre a escoliose tem uma causa conhecida, embora possa ser atribuída ao sedentarismo ou má postura, principalmente quando passamos muito tempo sentados ou deitados com a coluna torta, causando o desvio.

 

Essa silhueta da coluna é responsável por outras condições, como desenvolver uma perna mais do que a outra, as dores musculares e a fadiga. Muito comum em jovens e adolescentes, a doença pode afetar também as crianças e os idosos – estes últimos são mais propensos quando existem outras condições pré-existentes, como a osteoporose.

 

A escoliose deve sempre ser acompanhada e tratada por um ortopedista, justamente para evitar novas complicações.

 

 

Quais são os principais sintomas da escoliose?

 

A maioria dos sintomas estão relacionados com o desvio da coluna vertebral, embora nem todos sejam aparentes. Ao longo do tempo e a depender da gravidade do desvio, o paciente pode notar:

 

  • Altura irregular dos ombros;
  • Inclinação das escápulas (ossos dos ombros);
  • Inclinação de um dos lados dos quadris;
  • Diferença entre o comprimento das pernas;
  • Dor muscular de leve a intensa, dependendo do grau da escoliose;
  • Sensação de fadiga nas costas, principalmente depois de passar muito tempo em repouso.

 

Ao notar qualquer um desses sintomas, é muito importante que você procure o ortopedista imediatamente para dar início ao tratamento.

 

 

Como funciona o diagnóstico da escoliose?

 

O diagnóstico é sempre feito por um ortopedista após a avaliação inicial do paciente. Além do exame físico, o médico solicita ainda alguns exames de imagem para verificar o grau do desvio na coluna, como o raio-X das vértebras da coluna e o quadril.

 

Após os exames, pode-se classificar a escoliose de acordo com as seguintes classificações:

 

  • Idiopática: quando não se conhece a causa do desvio, representando cerca de 65-80% dos casos;
  • Congênita, na qual o bebê já nasce com o desvio, por conta da má-formação das vértebras;
  • Degenerativa, que surge na fase adulta devido a lesões, como fraturas ou osteoporose e;
  • Neuromuscular, sendo consequência de condições neurológicas, como a paralisia cerebral.

 

Já em relação à região afetada, consideram-se as seguintes classificações:

 

  • Cervical, quando atinge as vértebras C1 a C6;
  • Cervico-torácica, quando atinge as vértebras C7 a T1
  • Torácica ou dorsal, quando atinge as vértebras T2 a T12
  • Toracolombar, quando atinge as vértebras T12 a L1
  • Lombar, quando atinge as vértebras L2 a L4
  • Lombossacral, quando atinge as vértebras L5 a S1

 

Além disso, o médico investiga também se a curvatura é para a esquerda ou para a direita, e se é em forma de C, o que indica que uma única curvatura, ou em formato de S, com duas curvaturas.

 

 

Como é o tratamento para escoliose?

 

O tratamento indicado pelo ortopedista vai depender da gravidade da curvatura. Na maior parte dos casos, a fisioterapia é indicada para tratar escolioses com curvaturas de até 30 graus. Os exercícios podem ser terapêuticos, de pilates clínico, de manipulação vertebral, corretivos e osteopatia. O número de sessões também vai depender de cada paciente.

 

Em contrapartida, escolioses com curvaturas entre 31 e 50 graus podem precisar do uso do colete Charlestown e de Boston, sempre de acordo com a recomendação do ortopedista. Os coletes ajudam a reduzir a curvatura e reduzir os desconfortos do paciente.

 

Por último, quando a escoliose apresenta mais de 50 graus de curvatura, a cirurgia pode ser a melhor opção para reposicionar as vértebras da coluna em seu eixo central. Os resultados são mais promissores em crianças e adolescentes, mas a cirurgia também pode ser indicada para os adultos.

 

O procedimento pode utilizar placas ou parafusos para centralizar a coluna e o paciente deve atentar-se às recomendações pós-cirúrgicas para garantir a recuperação completa. O tratamento pode ser aliado ao uso de medicamentos cujo objetivo também é aliviar os sintomas da condição.

 

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