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Fratura de úmero

Fratura de úmero

Você sabe o que é a fratura de úmero? Este é o osso do braço e faz a articulação com a escápula, no ombro, e a ulna e o rádio no cotovelo. Ele é separado em três segmentos: o segmento proximal, onde está a articulação do ombro; o segmento distal, onde está a articulação do cotovelo; e, por último, o segmento diafisário ou intermediário, que compõem o eixo longo do osso.

 

As fraturas podem acontecer em qualquer um destes segmentos e são comuns tanto em crianças, quanto idosos. O trauma é sua principal causa, embora a fraqueza óssea também possa aumentar consideravelmente as chances de sofrer com este problema.

 

Infelizmente, muitos pacientes negligenciam a dor que sentem após um trauma – ou até mesmo (e principalmente) quando não passaram por nenhum acidente. A crença de que a dor é passageira e vai se curar sozinha em poucos dias faz com que eles deixem de procurar um médico para investigar a condição.

 

Com isso, existem grandes chances de que o quadro piore e o paciente pode sofrer consequências severas e permanentes. Por isso, é muito importante conhecer os sintomas que indicam uma fratura no braço para que se possa acionar um ortopedista o mais rápido possível.

 

 

Quais são os tipos de fratura de úmero?

 

Fratura do úmero proximal

 

As lesões no úmero proximal são as mais frequentes em jovens e adultos, geralmente causadas por conta de traumas de alta energia. Enquanto isso, em idosos, elas podem ser causadas após traumas de baixa energia, principalmente quando existe um quadro de osteoporose associado.

 

A maioria dos casos não apresenta desvios entre os fragmentos ósseos, já que o segmento proximal conta com uma alta capacidade de se adaptar. Por isso, o tratamento costuma ser conservador, sem a necessidade de uma cirurgia. Ainda assim, é imprescindível que o médico responsável avalie o quadro para indicar os próximos passos.

 

Fratura de úmero distal

 

Em contrapartida, as fraturas no segmento distal já são mais comuns em crianças e adolescentes. Quando elas possuem um desvio nos fragmentos, existe a necessidade de tratamento cirúrgico para evitar a rigidez articular e a dor crônica. Como os nervos e vasos sanguíneos ficam muito próximos do osso, eles correm o risco de serem comprometidos após o trauma e o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível.

 

Fratura da diáfise do úmero

 

Por último, temos ainda as fraturas de úmero no segmento intermediário, conhecido como diáfise. Elas podem acontecer após eventos traumáticos ou mecanismos torcionais, fazendo da imobilização uma parte imprescindível do tratamento.

 

Independentemente do tipo de fratura, o paciente deve agendar uma consulta com o ortopedista o mais rápido possível. Afinal, quando não tratadas, as fraturas podem causar sérias complicações, como por exemplo:

 

  • Retardo de consolidação e pseudoartrose;
  • Lesão dos nervos próximos ao osso;
  • Infecções;
  • Osteomielite;
  • Consolidação viciosa e;
  • Soltura do material de síntese.

 

 

Quais são os principais sintomas da fratura de úmero?

 

As fraturas causam muita dor no paciente, que pode piorar com o tempo e irradiar para os ombros e antebraço. Além disso, a região afetada pode ficar inchada e até mesmo formar algumas manchas negras, indicando a hemorragia interna.

 

Quando os nervos são lesionados em paralelo, é possível que o paciente tenha alguns sintomas complementares. A perda de mobilidade também é comum e, dependendo da gravidade da fratura, podem-se gerar deformidades no braço.

 

 

Como é o tratamento da fratura de úmero?

 

O tratamento indicado pelo ortopedista vai depender da gravidade de cada quadro. Por isso, o primeiro passo é agendar uma consulta com o médico para que ele possa realizar o exame físico inicial e solicitar os exames de imagem complementares para atestar o diagnóstico.

 

Assim que o ortopedista tiver mais informações sobre o tipo e gravidade da lesão, será possível indicar o tratamento mais adequado. Fraturas menos severas podem ser tratadas de forma conservadora, com o uso de medicamentos para atenuar os sintomas, a imobilização da região e as sessões de fisioterapia para fortalecer e recuperar a musculatura.

 

Enquanto isso, quadros mais severos podem precisar da intervenção cirúrgica. Os procedimentos também podem variar para cada paciente, englobando técnicas como a fixação com fios de aço ou titânio, parafusos, hastes e artroplastias. A realização do procedimento é feita pelo ortopedista, bem como o seu acompanhamento e as orientações pós-cirúrgicas para garantir a recuperação do paciente.

 

O tratamento da fratura deve ser sempre personalizado, considerando as necessidades individuais do paciente. Por isso, a escolha do melhor ortopedista é imprescindível para o sucesso do procedimento.

 

Vale ressaltar que, assim como existem diferentes protocolos de tratamento, o valor também pode variar e deve sempre ser acordado diretamente com o paciente. Para saber mais sobre a fratura de úmero e começar a cuidar da sua saúde e reconquistar sua qualidade de vida agora mesmo, entre em contato para agendar a sua consulta com o ortopedista.

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